segunda-feira, setembro 24, 2007

 
 

Estêvão cortou uma árvore


domingo, setembro 23, 2007

 
 

Estêvão cortou uma árvore


terça-feira, março 27, 2007

 
Folhateen de ontem:

Como chegar ao primeiro livro

Jovens escritores explicam qual foi a trilha que seguiram para colocar nas livrarias suas obras de estréia

DANIELA ARRAIS
ESTÊVÃO BERTONI

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Escrever um livro demanda inspiração e trabalho duro. Mas publicá-lo exige bem mais: é preciso aliar esforço a um pouco de sorte, um tanto de iniciativa, bons contatos e muita paciência. A Folha ouviu sete escritores de uma nova geração que contam suas experiências e revelam quais os possíveis atalhos para lançar o primeiro livro.
Alguns criaram a própria editora, como o paulistano Daniel Galera, 27. Aos 21 anos, ele juntou-se aos amigos Daniel Pellizzari e Guilherme Pilla (companheiros no fanzine eletrônico CardosOnline) para fundar a Livros do Mal, editora que funcionou de 2001 a 2003.
Foi assim que ele conseguiu publicar "Dentes Guardados" (Livros do Mal, esgotado). "Nossa vontade era ser lido. Não era vontade de conquistar fama ou de receber convite de uma grande editora", diz o autor, que hoje faz parte do catálogo da Companhia das Letras.
Outros autores, como a pernambucana Fiorina Mongiovi, 23, fecharam parceria com a editora. "É uma forma de facilitar, em termos financeiros, a publicação de livros de novos escritores", fala a autora de "Flor" (Edições Bagaço, R$ 15).
Após a publicação, ela ofereceu a obra para diversas livrarias, com as quais fez acordo de venda por consignação -o que não sai da estante é devolvido.
Pensando que teria de bancar o seu livro, a carioca Simone Campos, 23, se surpreendeu. "Minha mãe viu um anúncio no jornal solicitando envio de material. Mandamos, e, duas semanas depois, toparam publicar", diz a escritora, que tinha 17 anos quando lançou "No Shopping" (7Letras, R$ 15).
Para o novato Augusto Guimaraens Cavalcanti, 22, bisneto do poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens (1870-1921), a forma de chamar a atenção para seu primeiro livro, "Poemas para se Ler ao Meio-dia" (7Letras, R$ 20), foi a "guerrilha poética".
Com o primo Domingos Guimaraens, 26, e o amigo Mariano Marovatto, 24, ele criou o grupo Os Sete Novos. "Falamos para a editora que gostaríamos de publicar nossos livros por um selo à parte, dentro da editora. O dono aceitou a proposta, mas pagamos pela edição."

Oficinas
Por ser muito disperso, o paulistano Tony Monti, 27, precisava ter uma rotina de escrita. Para isso, exercitou seu texto em oficinas literárias antes de tentar publicar sua estréia, "O Mentiroso" (7Letras, R$ 15). "Quando colocava as idéias no papel, não finalizava os textos, deixava tudo pela metade, como rascunho", diz.
Com a oficina, ele se forçou a ter essa rotina e passou a mostrar seus textos pra outras pessoas. "Depois, eu me inscrevi em um concurso e ganhei a categoria prosa. Com a aprovação dos outros, fiquei mais seguro para procurar editoras."
Já Olivia Maia, 22, pediu opiniões de gente do meio literário antes de enviar o original de "Desumano" (R$ 24,90) para editora Brasiliense. "É bom ter alguém para dar conselhos, porque a gente sempre acha que o que a gente escreve está lindo", diz a paulistana, que mostrou o texto para o escritor Marcelo Mirisola, que o mostrou para o colega Marçal Aquino. "O Marçal gostou do livro, disse que era publicável e o apresentou para a Companhia das Letras, mas não funcionou." Olivia acabou publicando-o na segunda tentativa.
Outra boa saída é ter trabalhos em sites de poesia e de literatura. Isso pode dar uma bela força na hora de oferecer o primeiro livro a uma editora. Quatro anos depois de escrever somente na internet, a carioca Bruna Beber, 22, lançou "A Fila sem Fim dos Demônios Descontentes" (7Letras, R$ 20).
"O que me ajudou foi o fato de eu já ter tido feito um nome na internet", conta a escritora.

NA INTERNET - Leia


Daniel Galera: www.ranchocarne.org/blog
Fiorina Mongiovi: www.desenhosdepensamento. blogspot.com
Simone Campos: www.simonecampos.blogspot.com
Olivia Maia: www.verbeat.org/blogs/forsit
Bruna Beber: www.badtrip.com.br/bifesujo
Os Sete Novos: www.marovatto.org/ossetenovos
Tony Monti: www.monti.blogger.com.br
 

Estêvão cortou uma árvore


quarta-feira, fevereiro 14, 2007

 
Eu deixei meu coração no Paraná

Foram mil e quinhentos quilômetros, pouquíssimas horas dormidas, muitas risadas, e muito rock and roll. A primeira turnê do Bazar Pamplona cobriu duas cidades no Sul do país e acabou com um sorriso largo na cara.

Ao pessoal de Maringá e Londrina, não existem palavras que digam obrigado o suficiente. Pessoas sensacionais que fazem um trabalho excelente na rádio, nos eventos e nas bandas.

Dê um pulo aqui e confira algumas fotos desse final de semana que ficará para sempre registrado na minha memória e na história do Bazar Pamplona.

Feliz dia gringo dos namorados, amo vocês.
 

Rafael cortou uma árvore


quarta-feira, janeiro 31, 2007

 
O Bazar Pamplona agora tem um clipe!
 

Estêvão cortou uma árvore


sábado, janeiro 27, 2007

 
João: sinto que boas coisas acontecerão para o bazar.
Sent at 6:05 PM on Friday
me: que diabo de coisas?
Sent at 6:07 PM on Friday
João: só queria deixar registrado pra eu poder falar: "TÁ VENDO, TÁ VENDO!! EU AVISEI!"
Sent at 6:15 PM on Friday
 

Estêvão cortou uma árvore


terça-feira, janeiro 16, 2007

 
Texto publicado ontem na Ilustrada:

Concert Vault oferece, de graça, raridades do rock

Site tem 100 mil músicas e foco nos anos 60 e 70; Grateful Dead, Santana e Led Zeppelin brigam por direitos autorais

Camisetas, fotos, ingressos e pôsteres da época estão à venda; acervo poderá ser disponibilizado para download ainda neste ano


DANIELA ARRAIS
ESTÊVÃO BERTONI

Colaboração para a Folha

Ouvir um show raro de 1970 do Pink Floyd em Fillmore West, San Francisco, semanas antes de a banda ter os instrumentos roubados -e a terceira turnê pelos Estados Unidos, cancelada- não é mais privilégio dos sortudos que estiveram no local. No site Concert Vault (concerts.wolfgangsvault.com), basta fazer um cadastro e dar alguns cliques.
Lá, o cardápio de concertos é extenso: são 330 shows, gravados entre 1965 e final da década de 1980, que reúnem cerca de 100 mil músicas. No line-up, Beach Boys, The Who, David Bowie, Jimi Hendrix, Bruce Springsteen, Miles Davis, Neil Young etc. (veja ao lado).
Por enquanto, as apresentações podem ser ouvidas no site sem a opção de download. Ainda neste ano, o Concert Vault pretende oferecer o serviço. Crédito dos músicos e texto sobre suas performances e repertórios acompanham os shows.
Para levar o clima de festival ao ouvinte, o Concert Vault chega a vender ingressos antigos, credenciais de acesso a "backstages", camisetas, broches e até mimos como canecas, pôsteres, fotos e gravatas.
Uma entrada de 1968 para um show de Jimi Hendrix chega a custar US$ 1.968 (cerca de R$ 4.222). No dia da apresentação, bastava desembolsar US$ 4 para ver o guitarrista.
Todo o material do site saiu dos porões do lendário promotor de shows Bill Graham, morto em um acidente em 1991.
Por 30 anos, Graham registrou os eventos que produziu. O baú do rock só foi aberto em 2003, por iniciativa de um fã do Led Zeppelin: o empresário William Sagan, que comprou o tesouro por cerca de US$ 25 milhões (aproximadamente R$ 54 milhões) e decidiu compartilhar as músicas.
No ano passado, o acervo do Concert Vault foi acrescido com fitas da King Biscuit Flower Hour, rádio famosa, nos Estados Unidos, por transmitir shows de rock dos anos 70 e 80.

Briga pelo baú
O que faz a festa dos fãs, porém, parece incomodar parte dos músicos cujas gravações estão no site. No mês passado, representantes do Led Zeppelin, Grateful Dead e Carlos Santana decidiram processar Sagan.
Eles alegam que o site não tem autorização para divulgar o material, tampouco para vender seus produtos.
Para o músico Carlos Santana, a iniciativa fere a memória de Graham. "Bill era meu amigo próximo, e eu sei que o que Sagan está fazendo vai contra tudo o que ele acreditava. Estou comprometido a proteger nosso trabalho", disse Santana, em carta divulgada pelo advogado dos músicos, Jeff Reeves.
O site se defende. "As acusações são completamente falsas. A compra do acervo nos deu direito de propriedade sobre as músicas", diz Michael Elkin, advogado do Concert Vault.
 

Estêvão cortou uma árvore


segunda-feira, janeiro 15, 2007

 
Dez motivos para você ir no dia 19 de janeiro assistir ao show do Bazar Pamplona no StudioSP:

1- É o primeiro show do Bazar Pamplona de 2007. Será como o Reveillon pra gente.
2- Algumas músicas inéditas serão executadas.
3- O StudioSP é um lugar muito legal.
4- Tocaremos fantasiados de Power Rangers.
5- Se você ainda não conhece a casa, esta é uma ótima oportunidade para conhecê-la.
6- Também terá o show da banda Banalizando (http://www.banalizando.com.br)
7- Fique tranqüilo. O item número 4 é mentira.
8- Existe uma lista amiga para você pagar R$10,00 e não R$ 15,00
9- Obrigado por esperar. Sua participação é muito importante para nós.
10- Temos motivos de sobra pra te convencer a ir ao show. Só não citamos outros agora pra lista de dez motivos não ficar muito grande.
 

João Victor cortou uma árvore